Qual será o futuro da Educação a Distância ?

Esta é uma pergunta difícil de responder, sobretudo por que alguns sistemas de educação ainda estão longe de utilizar a EAD de forma ampla e contínua, e também por divergências de opiniões por parte dos especialistas deste tema.

Com certeza a EAD já não é mais um futuro por estar presente em diversos ambientes de educação. A tendência é a de que ela ocupe um espaço cada vez maior nos modelos de aprendizagem disponíveis para as pessoas.

Uma grande questão nas discussões sobre a EAD sempre foi a de se os alunos aprendiam ou não os conteúdos compartilhados por esta metodologia educacional. Na discussão atual, e que ainda ocupará a agenda das universidades e empresas, é se este conhecimento aprendido pelos alunos pode ser aplicado de maneira efetiva na sociedade.

O conhecimento somente tem sentido se ele for útil para as pessoas. Portanto, devemos refletir sobre o verdadeiro cliente das universidades. Teremos de adotar uma visão mais ampla e refletir se o aluno é o cliente final ou é a sociedade que utilizará os conhecimentos adquiridos pelos alunos.

Não estamos discutindo a utilidade da EAD, pois ela já está inserida no ambiente da maior parte das universidades convencionais e corporativas.

A preocupação é a de como utilizar as metodologias que ela possui com a perspectiva de os alunos poderem agregar valor nas empresas que trabalham, isto é, aplicando com qualidade os conhecimentos na vida diária das empresas e organizações presentes na sociedade.

O primeiro passo é aproximar muitos sistemas de educação a distância da sociedade e do mundo corporativo para que se possa conhecer as reais competências que as empresas precisam. Com esta análise e utilização de metodologias educacionais adequadas, o design das atividades de desenvolvimento resultará em cursos de EAD efetivos e customizados para a realidade das empresas e sociedade em geral.

Uma vertente do futuro da EAD foi o exposto anteriormente e, além dela, existe um segundo ponto muito relevante que é o de como ela deve integrar os sistemas presencias de educação desenvolvidos pelas universidades convencionais, corporativas, escolas e empresas de treinamento.

A reflexão que está crescendo de forma vertiginosa no ambiente corporativo é a de como podemos utilizar a tecnologia, a distância ou não, dentro das salas de aula. O conceito é o da educação mediada por tecnologia, ou seja, um conceito mais amplo da EAD.

O modelo tradicional de sala de aula não acabará, porém sofrerá uma grande transformação e dentro desta está incluída a tecnologia educacional.

Em algumas empresas os alunos já podem utilizar tecnologias dentro das salas de aula, o que favorece a aprendizagem e, de forma conjunta, utilizam a EAD para estarem integrados com alunos presentes em outras salas, muitas vezes em outros países ou sem saírem do seu espaço de trabalho.

O futuro é vivermos em ambientes empresariais cada vez mais competitivos e com isto a palavra produtividade é uma das preocupações centrais por parte dos líderes organizacionais.

É muito importante mencionar que vários sistemas de educação já estão dentro destas tendências, porém precisamos ampliar estes conceitos cada vez mais.

Para que tenhamos produtividade três pilares devem ser trabalhados: tecnologia, inovação e educação. Portanto, a EAD ocupa um papel relevante neste cenário desde de que promova a aplicação efetiva dos conhecimentos aprendidos e esteja integrada aos sistemas presenciais.

Prof. Dr. Armando Lourenzo. Diretor da Universidade Corporativa da EY (Ernst Young) para Brasil e América do Sul, Diretor Técnico da Associação Brasileira de Educação Corporativa e Professor da USP e convidado da FGV.

Unicamp oferece 9 cursos online gratuitos

Todo o material didático do projeto Mini Cursos Virtuais, desenvolvido pela equipe de Educação a Distância do Centro de Computação da Unicamp, é de uso livre, gratuito e irrestrito, licenciado segundo os termos da licença GNU/FDL (Free Documentation License) criada pela Free Software Foundation. Na elaboração do projeto, desenvolveu-se uma metodologia de auto-aprendizagem.

Para acessar qualquer um dos Mini Cursos Virtuais não é necessário fazer inscrição. Para isso, basta clicar no título do material de interesse, relacionado a seguir. O estudo pode ser feito on-line ou através de um arquivo que contém todo o material do curso. O arquivo para download se encontra na página de Apresentação de cada mini curso. Ao final do estudo não há a emissão de certificado.

Os usuários do curso têm à sua disposição ferramentas para solucionar dúvidas, fazer pesquisas externas sobre o assunto abordado e familiarizar-se com o vocabulário apresentado. Funções como acesso a arquivos com informações extras sobre o conteúdo, arquivos de animação, som, vídeo, figuras e também para download são representadas por ícones intuitivos e de fácil memorização por parte doaluno.

Relação dos Cursos:

Você também pode fazer cursos rápidos não gratuitos que entregam certificado na sua casa

Fonte: http://canaldoensino.com.br/blog/unicamp-oferece-9-cursos-online-gratuitos

 

Projeto brasileiro ensina programação via Internet gratuitamente

 

A busca por profissionais qualificados no mercado de tecnologia levou empresas nacionais a copiarem uma iniciativa americana para incentivar os brasileiros a procurar este setor.

A Locaweb e a Caelum, que oferece cursos de programação, lançaram o Ano do Código, campanha semelhante à Code.org, que envolve nomes como Mark Zuckerberg e Bill Gates. Outras empresas do Brasil se envolveram na iniciativa com criação de conteúdo e divulgação, como GUJ, Alura, Globo.com, Code Miner e Casa do Código…

Da mesma forma como acontece na Code.org, internautas são estimulados a ter contato com esquemas de programação de forma simples, com tutoriais e depoimentos em vídeo que ajudam a melhorar o entendimento das tarefas.

Nas aulas, o aluno utiliza blocos que simulam comandos de programação. Sempre que cumpre uma tarefa, o internauta pode ver o código que seria necessário para efetuar a ação.

São quase 50 etapas. Quando uma é concluída, o aluno pode procurar conteúdo de parceiros ou de iniciativas semelhantes, a exemplo da Codecademy.

Mais informações estão disponíveis no site oficial do Ano do Código.

Com informações de Olhar Digital

 

Microsoft oferece capacitação gratuita em TI para estudantes brasileiros

Estudantes brasileiros com interesse em aprender noções em TI para enfrentar o mercado de trabalho têm até hoje para se inscrever no programa gratuito “Students to Business”, oferecido pela Microsoft Brasil.

Com foco em Desenvolvimento e Infraestrutura, o programa 100% online oferece módulos introdutório e intermediário. Aqueles que optarem pelo primeiro tema aprendem a criar aplicativos para Windows 8, usando HTML5 e JavaScript; os demais ganham lições para configurar e conhecer mais a fundo o Windows 8.1. Ao final de cada treinamento, o aluno faz uma prova online e recebe um certificado.

Os candidatos não serão submetidos a processo seletivo. O único requisito é estar regularmente matriculado em uma instituição de ensino reconhecida pelo MEC nos seguintes níveis de escolaridade: ensino médio, técnico, superior ou de pós-graduação (lato sensu ou stricto sensu).

De acordo com a Microsoft, o programa “Student to Business” capacitou, até o momento, mais de 100 mil estudantes em todo o Brasil.

Universidades de elite oferecem cursos gratuitos pela internet

 

Os Moocs (sigla em inglês para cursos massivos abertos online) são o assunto do momento em ensino a distância. Aulas de universidades americanas de elite como Yale, Harvard ou Princeton podem ser assistidas gratuitamente por qualquer pessoa que tenha acesso à internet em sites como edX e Coursera.

DICA PARA MOOCS

Planejamento e dedicação sistemática são duas coisas que farão diferença para quem pretende se juntar ao universo de usuários que já aderiram ao Moocs. Somente na Coursera, são cerca de 2 milhões de pessoas, com alunos dos EUA sendo a maioria (38,5%), seguido do Brasil (5,9%), Índia (5,2%) e China (4,1%).

Realizar todas as tarefas no dia em que são pedidas também evita o acúmulo no fim de semana e, apesar do volume de postagens, a participação em fóruns conta muito em cursos virtuais.

“A educação poderia ser mais acessível a todos se houvesse flexibilidade para que cada pessoa estudasse no seu próprio ritmo”, diz Tanushree Kaushal, 18, aluna do ensino médio em Nova Déli (Índia) que teve dificuldades para terminar as tarefas dentro do prazo pedido pelos cursos online.

Mas isso não se tornou um empecilho.  Tanushree já completou seis cursos Moocs e atualmente faz mais dois. Um de microeconomia para cientistas e outro de cálculo.

Claro que as dificuldades vão depender do tipo de curso escolhido. No entanto, o inscrito deve estar consciente do tempo que terá de dedicar ao Mooc antes de se inscrever indiscriminadamente em todos os cursos que julgar atraentes.

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