Projeto brasileiro ensina programação via Internet gratuitamente

 

A busca por profissionais qualificados no mercado de tecnologia levou empresas nacionais a copiarem uma iniciativa americana para incentivar os brasileiros a procurar este setor.

A Locaweb e a Caelum, que oferece cursos de programação, lançaram o Ano do Código, campanha semelhante à Code.org, que envolve nomes como Mark Zuckerberg e Bill Gates. Outras empresas do Brasil se envolveram na iniciativa com criação de conteúdo e divulgação, como GUJ, Alura, Globo.com, Code Miner e Casa do Código…

Da mesma forma como acontece na Code.org, internautas são estimulados a ter contato com esquemas de programação de forma simples, com tutoriais e depoimentos em vídeo que ajudam a melhorar o entendimento das tarefas.

Nas aulas, o aluno utiliza blocos que simulam comandos de programação. Sempre que cumpre uma tarefa, o internauta pode ver o código que seria necessário para efetuar a ação.

São quase 50 etapas. Quando uma é concluída, o aluno pode procurar conteúdo de parceiros ou de iniciativas semelhantes, a exemplo da Codecademy.

Mais informações estão disponíveis no site oficial do Ano do Código.

Com informações de Olhar Digital

 

Universidades de elite oferecem cursos gratuitos pela internet

 

Os Moocs (sigla em inglês para cursos massivos abertos online) são o assunto do momento em ensino a distância. Aulas de universidades americanas de elite como Yale, Harvard ou Princeton podem ser assistidas gratuitamente por qualquer pessoa que tenha acesso à internet em sites como edX e Coursera.

DICA PARA MOOCS

Planejamento e dedicação sistemática são duas coisas que farão diferença para quem pretende se juntar ao universo de usuários que já aderiram ao Moocs. Somente na Coursera, são cerca de 2 milhões de pessoas, com alunos dos EUA sendo a maioria (38,5%), seguido do Brasil (5,9%), Índia (5,2%) e China (4,1%).

Realizar todas as tarefas no dia em que são pedidas também evita o acúmulo no fim de semana e, apesar do volume de postagens, a participação em fóruns conta muito em cursos virtuais.

“A educação poderia ser mais acessível a todos se houvesse flexibilidade para que cada pessoa estudasse no seu próprio ritmo”, diz Tanushree Kaushal, 18, aluna do ensino médio em Nova Déli (Índia) que teve dificuldades para terminar as tarefas dentro do prazo pedido pelos cursos online.

Mas isso não se tornou um empecilho.  Tanushree já completou seis cursos Moocs e atualmente faz mais dois. Um de microeconomia para cientistas e outro de cálculo.

Claro que as dificuldades vão depender do tipo de curso escolhido. No entanto, o inscrito deve estar consciente do tempo que terá de dedicar ao Mooc antes de se inscrever indiscriminadamente em todos os cursos que julgar atraentes.

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